CONSIDERAÇÕES CRÍTICAS DA POLÍTICA BRASILEIRA. BONS POLÍTICOS NO BRASIL SÃO QUE NEM MIRAGENS.QUANDO A GENTE PENSA QUE EXISTEM, SE ESVAEM COMO FUMAÇA.
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sábado, outubro 02, 2010
sexta-feira, outubro 01, 2010
Curto e Grosso - versão 2010
Tempos atrás, na campanha de 2006 um cartoon de Angeli fez sucesso, porque falava a verdade. Hoje, esse mesmo cartoon, atualizado, continua valendo. Vejam abaixo(cliquem na imagem para aumentar).
quarta-feira, setembro 29, 2010
domingo, setembro 26, 2010
Editorial do Estadão: O mal a evitar
Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, o Estado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.
Efetivamente, não bastasse o embuste do "nunca antes", agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir. O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.
Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa - iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique - de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana. Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.
Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia - a começar pelo Congresso. E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o "cara". Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: "Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?" Este é o mal a evitar.
quarta-feira, setembro 22, 2010
Se não nos cuidarmos,eles vão cuidar de nós.É hora de reagir.
MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA
Em uma democracia, nenhum dos Poderes é soberano.
Soberana é a Constituição, pois é ela quem dá corpo e alma à soberania do povo.
Acima dos políticos estão as instituições, pilares do regime democrático. Hoje, no Brasil, os inconformados com a democracia representativa se organizam no governo para solapar o regime democrático.
É intolerável assistir ao uso de órgãos do Estado como extensão de um partido político, máquina de violação de sigilos e de agressão a direitos individuais.
É inaceitável que a militância partidária tenha convertido os órgãos da administração direta, empresas estatais e fundos de pensão em centros de produção de dossiês contra adversários políticos.
É lamentável que o Presidente esconda no governo que vemos o governo que não vemos, no qual as relações de compadrio e da fisiologia, quando não escandalosamente familiares, arbitram os altos interesses do país, negando-se a qualquer controle.
É inconcebível que uma das mais importantes democracias do mundo seja assombrada por uma forma de autoritarismo hipócrita, que, na certeza da impunidade, já não se preocupa mais nem mesmo em fingir honestidade.
É constrangedor que o Presidente da República não entenda que o seu cargo deve ser exercido em sua plenitude nas vinte e quatro horas do dia. Não há “depois do expediente” para um Chefe de Estado. É constrangedor também que ele não tenha a compostura de separar o homem de Estado do homem de partido, pondo-se a aviltar os seus adversários políticos com linguagem inaceitável, incompatível com o decoro do cargo, numa manifestação escancarada de abuso de poder político e de uso da máquina oficial em favor de uma candidatura. Ele não vê no “outro” um adversário que deve ser vencido segundo regras da Democracia , mas um inimigo que tem de ser eliminado.
É aviltante que o governo estimule e financie a ação de grupos que pedem abertamente restrições à liberdade de imprensa, propondo mecanismos autoritários de submissão de jornalistas e empresas de comunicação às determinações de um partido político e de seus interesses.
É repugnante que essa mesma máquina oficial de publicidade tenha sido mobilizada para reescrever a História, procurando desmerecer o trabalho de brasileiros e brasileiras que construíram as bases da estabilidade econômica e política, com o fim da inflação, a democratização do crédito, a expansão da telefonia e outras transformações que tantos benefícios trouxeram ao nosso povo.
É um insulto à República que o Poder Legislativo seja tratado como mera extensão do Executivo, explicitando o intento de encabrestar o Senado. É um escárnio que o mesmo Presidente lamente publicamente o fato de ter de se submeter às decisões do Poder Judiciário.
Cumpre-nos, pois, combater essa visão regressiva do processo político, que supõe que o poder conquistado nas urnas ou a popularidade de um líder lhe conferem licença para rasgar a Constituição e as leis. Propomos uma firme mobilização em favor de sua preservação, repudiando a ação daqueles que hoje usam de subterfúgios para solapá-las. É preciso brecar essa marcha para o autoritarismo.
Brasileiros erguem sua voz em defesa da Constituição, das instituições e da legalidade.
Não precisamos de soberanos com pretensões paternas, mas de democratas convictos.
terça-feira, setembro 21, 2010
domingo, setembro 19, 2010
quinta-feira, setembro 16, 2010
A baranga Erenice foi demitida. A informação oficial é que pediu demissão. Mentira. Foi demitida por incompetência em esconder as falcatruas do governo a que pertence. Ela pisou no tomate, ao misturar sua atuação no Ministério com seus assuntos pessoais. Pior, entrou na seara política ao acusar Serra de estar por trás da denúncia e pior ainda, cantar de galo quando não passa de uma galinha pensando que era um galo (galinha só cacareja quando bota ovo) .
Erenic6% esqueceu de cumprir a cartilha petista de negar sempre, e não sair do script.
Saiu, danou-se.Se Dilma for eleita, poderá voltar por cima. Até lá, vai pro purgatório lulo-petista até expiar seus males.
O que me faz mal é que ela sai não por ser bandida e sim, porque pode atrapalhar a campanha da chefe dela.
Essa é a tônica do PT. Proteger a quem lhe apóia mesmo que não preste e atacar quem lhe critica, mesmo que tenha razão.Acuse os seus críticos daquilo que você é.
E depois mlitontos e/ou miliespertos do PT me perguntam porque eu não gosto deles.
Precisa explicar?
Erenic6% esqueceu de cumprir a cartilha petista de negar sempre, e não sair do script.
Saiu, danou-se.Se Dilma for eleita, poderá voltar por cima. Até lá, vai pro purgatório lulo-petista até expiar seus males.
O que me faz mal é que ela sai não por ser bandida e sim, porque pode atrapalhar a campanha da chefe dela.
Essa é a tônica do PT. Proteger a quem lhe apóia mesmo que não preste e atacar quem lhe critica, mesmo que tenha razão.Acuse os seus críticos daquilo que você é.
E depois mlitontos e/ou miliespertos do PT me perguntam porque eu não gosto deles.
Precisa explicar?
sábado, setembro 11, 2010
Mais um escândalo, talvez o pior (até agora)
Segundo o Wikipédia, é uma advogada brasileira, como tantos advogados que existem no país.
Bacharel em Direito pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília, é especialista em Direito Sanitário pela Universidade de Brasília.[1]
Erenice foi chefe de Gabinete da Secretaria de Segurança Pública do Governo do Distrito Federal (GDF) e gerente geral de Gestão do Metrô de Brasília. Foi ainda chefe do departamento jurídico da Sociedade de Transportes Coletivos de Brasília (TCB).
Na administração federal, foi gerente da Eletronorte, procuradora-geral da Escola Nacional de Administração Pública (ENAP), consultora jurídica do Ministério de Minas e Energia (MME) e consultora da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) no Ministério da Saúde. Trabalhou, ainda, na assessoria jurídica da Câmara dos Deputados.
Foi conselheira fiscal da Petrobras e é, atualmente, membro do Conselho de Administração da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (CHESF) e do Conselho fiscal do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
De 2005 a 2010, exerceu o cargo de secretária-executiva da Casa Civil da Presidência da República.[1][2]
Em 2008, uma reportagem da Folha de S. Paulo envolveu Erenice Guerra no escândalo dos cartões corporativos, em 2008, ao apontá-la como a criadora de um dossiê contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e sua digníssima esposa (já falecida) D. Ruth Cardoso.
Como podem ver, esta senhora com ar de baranga que hoje é Ministra da Casa Civil de Lula, substituindo a candidata "poste" Dilma Roussef (a outra baranga ao seu lado na foto), tem um curriculum invejável, altamente qualificado para o cargo que hoje ocupa, plenamente capaz de exercer o segundo maior cargo do país, capaz de corar até os maiores advogados do mundo.
É ela que botou o filho pródigo, Israel, para intermediar negócios com empresas privadas utilizando verbas públicas mediante uma taxa de sucesso módica de 6% sobre o total da transação. Só um negócio de 84 milhões de reais rendeu ao seu filhinho de apenas 29 anos, 5 milhões de reais de "gorgeta" por ele ter apresentado sua querida mãezinha ao empresário e ela ter dado uma "forçadinha" para ele ganhar a concorrência.
Agora meus três leitores, imaginem quanto de dinheiro público ( do bolso nosso) foi pago em "fatores de sucesso" para lobistas ligados a este governo de bandidos que hoje temos e que pode continuar com a Chefe da Erenice. É gente desta laia que queremos para o próximo governo ?
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